Páginas

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Oi amigo,


    Tudo bem? Somos estudantes da escola São José, de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, Brasil. 
    Hoje, a pedido da nossa professora Simone, iremos contar pra você sobre as comemorações do 7 de setembro (independência do Brasil).
    Sábado passado, para comemorar essa data, os alunos de todas as escolas do município foram as ruas para desfilar. Este ano não foi muito bom pois estava muito calor e tivemos que ir com moletom da turma (que é do Batman).
     Nós achamos legal comemorar essa data pois foi importante para nosso país e para a história dele, mas nem todos pensam assim, algumas pessoas não acham legal ir as ruas representá-lo, já outras vão todos os anos e por incrível que pareça várias pessoas também vão assistir ao desfile. 
     Esperamos que tenha gostado!! Abraços 
         Carla e Erica

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O que é imprescindível na sua vida?

Carla:

Cama 




*Escolhi a cama pois amo dormir e não conseguiria viver sem ela.

Família


*Pois amo minha família, não seria nada sem ela.


Livros

* Escolhi os livros pois lendo é possível entrar em um mundo imaginário.

Erica:

Amigos 



*Escolhi os amigos pois eles são essenciais para minha vida, me ajudam sempre que preciso e são ótimos companheiros.


Comida


*Pois é impossível viver sem comida e eu amoo comer!!

Família


*Pois não posso viver sem, ela é muito importante pra mim e sei que posso contar sempre.





Volta às aulas

"A escola é apenas o primeiro degrau de uma longa escada que o levará ao sucesso."

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Troca de dupla.

Olá, durante um mês, minha nova colega no blog será a Erica, pois a professora trocou as duplas e ela vai estar comigo durante este período.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Artigos de Opinião

Quando a vida não vale nada
ANDRÉA SAINT PASTOUS NOCCHI*
Na linda música "Deixando o Pago", o cantor e compositor Vitor Ramil escreve "que o mundo é pequeno e que a vida não vale nada". A morte de mais de 1.100 trabalhadores no desabamento de um prédio em Bangladesh, no final de abril, e o número oficial de 2012 de 2.717 brasileiros que perdem a vida em acidentes de trabalho, demonstram sim, que o mundo é pequeno e que a vida não vale nada.
Pequeno porque a distância entre o Brasil e Bangladesh é imensa, mas a realidade que envolve as precárias condições de trabalho de milhares de pessoas e a desconsideração com a vida humana nos aproximam; pequeno, porque quando trabalhadores, na sua maioria mulheres, perderam suas vidas naquele desabamento e em outros incêndios que antecederam a tragédia, estavam confeccionando roupas para as grandes marcas da indústria têxtil mundial, que o brasileiro consome ou sonha consumir. Algumas delas, pressionadas pela repercussão deste e de outros acontecimentos, firmaram acordo para fiscalizar e financiar medidas de segurança e contra incêndio nas fábricas de Bangladesh.
A tragédia traduzida em morte anunciada tem, pelo menos, três facetas de perversidade. Uma, o trabalho escravo e a total falta de apreço com condições mínimas de dignidade. Outra, a fragmentação dos modos de produção que as terceirizações e todas a divisão da cadeia produtiva disseminam, de modo a desprezar quem e de que forma se produz para valorizar, apenas a capacidade de produção e, ainda, uma terceira, vinculada com à morte por acidente de trabalho.
Qualquer enfoque faz as fronteiras entre o Brasil e Bangladesh desaparecerem neste mundo pequeno. E a vida, que não vale nada lá, também nada vale aqui. Silenciosamente, cerca de sete trabalhadores perdem a vida por dia no Brasil. É mais que o dobro das mortes da tragédia do Paquistão, todo o ano, ano após ano. De tão grave o flagelo, a Organização Internacional do Trabalho pensa em uma campanha mundial para a prevenção de acidentes, o governo brasileiro começa a divulgar ações neste sentido e o Tribunal Superior do Trabalho tem um programa especialmente desenvolvido para conscientização e redução das mortes e doenças profissionais.
Mas, enquanto a prioridade for produzir de modo globalizado e massificado, com baixíssimo custo de altíssimos lucros, a vida não valerá nada e o mundo continuará a ser pequeno, na comunhão das tragédias.
*Juíza do Trabalho/RS